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Viajando com os ouvidos: o que você escuta pode te levar pra longe (fuja do poço da mediocridade e jogue pra ganhar)

Conhece a MISS AMERICANA? Com certeza já deve ter ouvido algum som dela. É a celebridade mais bem paga da atualidade e seu faturamento anual beira 200 milhões de dólares. Nunca tinha me chamado a atenção – exceto pelo sound bite “players gonna play; haters gonna hate” (algo do tipo jogadores vão jogar e perdedores vão odiar).

Falo de Taylor Swift e do documentário com aquele nome (Miss Americana), disponível na Netflix. Vou confessar que ouvi algas músicas dela (ME!, Shake it Off, You need to calm down), me lembrando do talento, da beleza e da complexidade dessa artista.

As músicas podem tocar mais do que nossos ouvidos, ativando gatilhos bacanas na mente e no coração.

Quem nunca se inspirou na canção-tema do Rocky Balboa para aquele treino fera na academia, na corrida de rua ou até mesmo para encarar o vestibular? Ed Sheeran tem uma boa para treinar também: Shape of You (me dá vontade de pagar 10 flexões quando toca esse som).

A música pode ser arma a nosso favor ou armadilha. Depende do que você escuta, depende dos gatilhos que serão ativados.

Alguns sons têm significados mais óbvios. Happy de Pharell Wilians vai te roubar um sorriso e trazer good vibes (a menos que seu coração seja muito peludo).

Seven Nation Army de White Stripes virou o hino oficial da Eurocopa 2016, realizada na França e vencida em partida eletrizante pela seleção portuguesa (lembra do Cristiano Ronaldo, mesmo depois de lesionado no começo do jogo, à beira do campo motivando seus companheiros de equipe? Que jogo!). Quase impossível não querer marchar ou se mobilizar com as batidas solenes desse som.

Claro que as músicas e seus significados variam de geração para geração e pessoa para pessoa. Os Beatles podiam até ser uma banda revolucionária na década de 1960, mas hoje não mais. Continua sendo um puta som, mas a rebeldia do século XXI é diferente da dos anos 60. Aliás, quem assistir o espetáculo LOVE em Las Vegas ou o filme YESTERDAY vai ter lembranças maravilhosas do quarteto de Liverpool.

Quer mais? Se você gosta de música clássica e se interessa pelos grandes compositores, sabe que conhecer o contexto de cada um torna mais atraente respectivas peças musicais. Olha o Beethoven por exemplo.

Conhecido como o músico dos homens, sua obra retrata as lutas e as vitórias do gênero humano. O cara começou a lutar contra a surdez e, ao final da vida, não conseguia nem ouvir a torcida do Corinthians comemorando gol de final de campeonato.

Sabendo disso, ouça a Quinta Sinfonia. O primeiro movimento ilustra a luta de Beethoven contra a surdez. O “pam-pam-pam-pam” é a doença batendo à porta e o músico dos homens resistindo. Arrepia, não?

Não tem jeito e a surdez prevalece. O compositor não se dá por vencido. Compõe, dentre outras obras primas, a sua peça musical mais conhecida: a Nona Sinfonia (destaque para o último movimento, o coro de vozes em alemão, super moderninho para a época).

Faça da música parte da sua vida. Faça da boa música uma viagem no tempo, a visualização de sua vitória, a motivação para a sua luta.

Se o que você ouve te faz menos feliz, menos produtivo e menos sonhador, sugiro escolher uma playlist melhor (ou seu cérebro vai virar geleia logo logo e a imbecilidade vai te dominar. Sad, but true).

Para viver mais e melhor é preciso uma trilha sonora patrão. Nem sempre o que toca no rádio, na sua comunidade ou aos domingos é a melhor canção. Escolha o seu som ou arrisque-se a viver abaixo do seu potencial. Parece difícil? Faz dodói? Espere então pagar o preço da ignorância, meu querido.

Players gonna play. Haters gonna hate. Escolha hoje qual é o seu lado. E cuidado: criticar é muito mais fácil que produzir.

Saiba sobre outros hábitos que podem te levar para outro patamar:

  • O motivo porque hoje é grande a oportunidade para vidas melhores (aqui);
  • Ideias para sair melhor da quarentena (aqui);
  • As lições que aprendi com Bird Box (alerta máximo de spoilers acesse aqui ).
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Publicado por leandrodall

Acredito que a vida pode ser EXTRAORDINÁRIA, não importa a circunstância. Cresci em um conjunto habitacional (antes o nome era BNH, agora é COHAB), onde vivi momentos lindos, mas também (bem) desafiantes. Com muito estudo, trabalho e fé tenho vivido. Administrador de empresas por formação, copywriter e escritor por paixão, viajante por hobby, minha maior aventura começou quando conheci a Jú, esposa e companheira em todas as horas (seja dia, seja noite, ela tá lá, digo, aqui do meu lado). Temos rodado o Brasil e o mundo há pelo menos 10 anos, viajando por conta própria e na raça. Decidimos compartilhar nossas experiências, de maneira leve, prática e divertida, para incentivar outras pessoas a descobrirem suas próprias aventuras. Seja o protagonista, roteirista e diretor de sua vida. Por que não começar a viajar mais e melhor HOJE? AGORA VAI!!!

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