sea dawn nature sky
3 de novembro de 2020

Saindo do nada e indo para lugar nenhum: a tendência do turismo?

Por leandrodall

Não faz muito tempo a Coreia do Sul anunciou a retomada de vôos comerciais saindo de Seul e………

………… Chegando em Seul!!!!!!!!!

Por mais bizarro que pareça, outros países tem feito a mesma coisa.

Os passageiros compram a passagem aérea e tem a experiência de realizar um vôo como se estivessem indo, por exemplo, para a Europa. É garantido o serviço de bordo, o entretenimento individual e até luzes acesas/apagadas conforme transcorre o vôo. A única diferença é que você decola e pousa no mesmo lugar.

Hoje estava lendo em um jornal de grande circulação que os cruzeiros marítimos estão pensando em fazer a mesma coisa. Embarque e desembarque no mesmo porto.

Até voltando de uma recente viagem a Ubatuba (saiba mais aqui), resolvi almoçar no Aeroporto Internacional de Guarulhos (Cumbica), lá no Ráscal (que agora não está mais com aquele lindo buffett), para matar a abstinência do cheiro de aeroporto. E foi uma delícia!

Sei que está difícil para todo mundo e cada um arruma um jeito de matar a saudade de viagens.

O mais importante é que sair do nada e ir para lugar nenhum não vai durar.

Com as cautelas sugeridas pela Organização Mundial de Saúde é relativamente seguro viajar para destinos regionais. E o selo de destinos seguros, ajuda também (saiba alguns destinos com esse selo clicando aqui).

Viagens mais curtas, normalmente de carro e por menores períodos de tempo, acaba sendo uma maneira menos arriscada de matar a abstinência.

Viagens mais longas não tem jeito: é só quando sair a vacina. E pode esperar a criação de  passaporte imunológico, onde será atestado se o viajante está imunizado ou não contra a Covid. Algo similar ao que alguns países já exigem em relação à febre amarela.

Lógico que a segunda onda é uma realidade na Europa. Não foi na Ásia. Até porque os orientais têm uma consciência coletiva que nós, ocidentais, não temos.

Será que teremos uma segunda onda aqui no Brasil? Qual a intensidade? Tsunami ou marolinha? Difícil de saber.

O importante é continuar se cuidando para, em breve, voltar a viajar mais e melhor.