12 de janeiro de 2022

Lições que podemos aprender com a tragédia do Capitólio

Por leandrodall

É com muita tristeza que acompanhamos a fatalidade ocorrida no último sábado (8/1/2022) em um dos lugares mais lindos de Minas Gerais e de nosso Brasil.

Longe de mim apontar os culpados. Isso não trará de volta nenhum dos que foram. O que fica, porém, são alguns aprendizados para que essas catástrofes não ceifem a vida de mais ninguém.

A primeira, e, penso eu mais importante, é acompanhar as condições climáticas do seu destino. Hoje tem apps de sobra que fazem esse monitoramento pra gente.

Nesse contexto, há passeios que acabam oferecendo mais riscos e, por isso, caso as condições climáticas não sejam favoráveis, vale a pena deixar para uma outra oportunidade ao invés de colocar sua vida em perigo.

Para os amantes de passeios radicais, como é o meu caso, essa máxima é mais importante ainda.

Sejamos francos: fazer rafting, rapel e tirolesa, por exemplo, já é arriscado em um belo dia de sol, quanto mais se estiver chovendo?

Segundo ponto: escolha com cuidado quem será o seu guia.

Embora sejamos adeptos do turismo independente, ou seja, sem intermediários, existem alguns passeios que valem a pena fazer com guias/monitores especializados.

A dificuldade, muitas vezes, é conseguir separar quem é quem.

Planeje um passeio para a cidade de Socorro, por exemplo. Pensa na quantidade de prestadores de serviço oferecendo passeios de rafting. Pensa na variação que tem nos preços.

Como saber quem é quem? Prova social.

O que seria esse nome bonito? Nada mais é do que a reputação que um lugar, estabelecimento e/ou guia tem junto às pessoas que já conhecem os respectivos serviços.

Você pesquisa isso facilmente nas redes sociais, no Google e em sites especializados como o ReclameAqui.

No caso da compra de produtos online, por exemplo, se for na Amazon ou algum outro market place, logo abaixo da descrição do produto em questão, você já encontra o depoimento de pessoas que compraram e gostaram (ou não) do que receberam.

Terceira e última dica: se você não sentiu confiança, não faça! Lembre-se que você não precisa provar nada para ninguém.

Não adianta viver o sonho dos outros. Não adianta viver as experiências dos outros. Não tá afim, não faça.

Não sentiu firmeza quando chegou no lugar do passeio? Volte.

O prestador de serviço parece inexperiente, desleixado ou inapto? Vire as costas e cada um siga o seu caminho.

Viajar mais e melhor não é se arriscar de maneira desnecessária.

É aproveitar a vida da melhor maneira possível com leveza, segurança e responsabilidade.